sexta-feira, 18 de março de 2016

ESTUDANTES CONHECEM A PROPOSTA DO PJ MINAS 2016

Após a definição das escolas participantes da edição 2016 do PJ de Minas em Juiz Fora, a coordenação municipal iniciou as visitas às instituições de ensino para apresentar aos estudantes de ensino médio a proposta do projeto. As visitas também contaram com a presença dos monitores – alunos do curso de Ciências Sociais da UFJF.


A Escola Estadual Ali Halfeld, situada no bairro Nossa Senhora de Lourdes, foi a primeira escola a ser visitada. A visita aconteceu no dia 09/03, quando foram realizadas duas apresentações devido ao grande número de estudantes presentes.






A segunda visita foi no Colégio São José do Instituto Vianna Júnior e aconteceu no dia 10/03. Esta é a primeira participação do colégio no PJ Minas.







Já no dia 11/03 foi a vez da Escola Estadual Prof. José Freire, localizada no bairro Industrial. Outra escola que também participa pela primeira vez do projeto.










Na semana seguinte, no dia 14/03, os alunos da Escola Estadual Marechal Mascarenhas de Moraes, no bairro Teixeiras, foram divididos em dois grupos para assistirem à apresentação.






As visitas foram encerradas no dia 17/03 e aconteceu na Escola Cenecista Monteiro Lobato, localizada no bairro Bairu.








Terminada as visitas, cada escola deverá escolher um grupo de até quinze estudantes para representá-las no PJ de Minas 2016. 

No dia 30/03, às 14h, no plenário da Câmara Municipal os representantes das cinco escolas participarão da cerimônia de instalação do PJ Minas 2016 em Juiz de Fora.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Reunião define escolas participantes do PJ 2016

  A equipe do Parlamento Jovem de Minas, de Juiz de Fora, esteve reunida com representantes de escolas de Ensino Médio da cidade, no dia 02 de março, na Câmara Municipal. O encontro contou também com a presença da Profª Christiane Jalles do Departamento de Ciências Sociais da UFJF, responsável pela orientação dos monitores - alunos de Ciências Sociais - que atuam no programa. 
   O programa contempla anualmente cinco escolas da cidade mas dez escolas demonstraram interesse em participar, o que demandou a realização de um sorteio.  A Escola Estadual Ali Halfeld e a Escola Estadual Marechal Mascarenhas de Moraes exerceram o direito de continuar no programa, do qual já participaram no ano anterior. Restaram então três vagas, uma para escola pública e duas para particulares. Os sorteados foram, respectivamente, a Escola Estadual Professor José Freire; o Instituto Vianna Júnior e a Escola Cenecista Monteiro Lobato.
  A metodologia de escolha das escolas privilegia àquelas que nunca participaram, o coordenador municipal Sérgio Dutra explica: “O objetivo é difundir a educação política e cidadã no âmbito municipal, atingindo o máximo de escolas possível”.
  Definidas as escolas, visitas de apresentação do programa aos alunos dessas foram agendadas para começar na semana seguinte.   Após as visitas cabe a elas definirem um grupo de até vinte estudantes que representam-nas no Parlamento Jovem 2016.
   No dia 30 de Março  ocorre Cerimônia de Instalação do PJ Minas de JF 2016, no Plenário da Câmara Municipal.




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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Encontro marca o início do Parlamento Jovem de Minas 2016 em Juiz de Fora

Reunião com escolas abre as atividades do PJ de Minas 2016 em Juiz de Fora

              Um encontro entre servidores do Centro de Atenção ao Cidadão (CAC) e representantes das escolas de Juiz de Fora marcou o início das atividades do Parlamento Jovem (PJ) 2016. Nesta quarta-feira, 24, na Câmara Municipal, foi apresentada a proposta de trabalho do projeto.

          O PJ de Minas 2016 traz o tema “Mobilidade Urbana” com subtemas: 1-Mobilidade: Participação e Controle Social, 2-Trânsito e Transporte e 3-Mobilidade e Infraestrutura. Mais de 60 escolas de Ensino Médio foram convidadas para participar do projeto, entretanto, apenas cinco serão selecionadas (3 públicas e 2 privadas).

               Sérgio Dutra, coordenador do projeto, avaliou de forma positiva o primeiro contato com as instituições de ensino. “Além das escolas que já são nossas parceiras, recebemos algumas que nunca participaram do PJ e isso mostra que estamos atingindo nosso objetivo, que é levar a Educação para a Cidadania para o maior número de escolas possível.”

             Está marcada para a próxima quarta-feira, 02, às 14h, nova reunião com os representantes de cada escola interessada em efetivar a participação. Na oportunidade serão sorteadas aquelas que irão compor a Edição 2016 do Parlamento Jovem.









Informações: 3313-4734 / 4941 – Assessoria de Imprensa


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Início das atividades do PJ de Minas 2016 em Juiz de Fora

As atividades do Parlamento Jovem de Minas 2016 em Juiz de Fora serão iniciadas em fevereiro.

Em 2016, o Parlamento Jovem de Minas  discutirá o tema “Mobilidade Urbana”.

Este tema será discutido a partir dos subtemas:
1. Mobilidade: Participação e Controle Social;
2. Trânsito e Transporte;
3. Mobilidade e Infraestrutura.
O início das atividades do PJ de Minas em Juiz de Fora ocorrerá dia 24/02 (quarta-feira), às 14h00min, na Câmara Municipal (rua Halfeld, 955 / 3º andar, Sala Vereador Waldir Mazocoli - sala Asa Delta). Na oportunidade será apresentada às escolas interessadas a proposta de trabalho do PJ de Minas 2016 e também definida a data de sorteio das escolas participantes dessa nova edição.
Podem participar dessa reunião os representantes das direções das escolas de ensino médio – das redes pública e privada – instaladas no município.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Cerimônia de encerramento do Parlamento Jovem de Minas de Juiz de Fora 2015

Parlamento Jovem desperta interesse pela política
A cerimônia de encerramento do Parlamento Jovem de Minas de Juiz de Fora - Edição 2015 - foi conduzida no dia 11/11 pelo presidente da Câmara Municipal Rodrigo Mattos (PSDB), que aposta na renovação política. O vereador incentivou os adolescentes a participarem de grêmios estudantis e a se vincularem a instituições e demais mecanismos representativos da sociedade. Já o vereador Jucelio Maria (PSB) ressaltou o trabalho por uma sociedade digna. Enquanto isso, a professora doutora Christiane Jalles de Paula reiterou o compromisso da UFJF com o projeto em 2016. A diretora do Legislativo Maria Aparecida Fontes Cal e o coordenador do Centro de Atenção ao Cidadão Luiz Eugênio Ribeiro Bastos também estavam presentes na cerimônia.

O coordenador do projeto, o sociólogo Sérgio Dutra e Supervisor de Serviços de Formação para a Cidadania e Diagnóstico Social do Centro de Atenção ao Cidadão (CAC) da Câmara, citou conquistas como a mudança da concepção sobre a política, geralmente vista por sentimento negativo, e o despertar do interesse dos jovens pela participação política a partir do conhecimento do funcionamento das instituições da sociedade, da compreensão do conceito e dos princípios da democracia e a da discussão de temas de interesse social.

Em 2015, o tema em questão “Segurança Pública” foi discutido considerando-se a prevenção social do crime, a atuação policial e a proteção dos segmentos vulneráveis à violência, tudo isso orientado pelo viés dos Direitos Humanos.

O tema da edição 2016 “Mobilidade Urbana” foi escolhido pelos participantes da etapa estadual, realizada entre os dias 21 e 23 de outubro do corrente, em Belo Horizonte.

Interesse despertado

O pronunciamento do professor Luan Cristian da Silva afastou a ideia de que a geração atual é apática, alienada e consumista. Com o Parlamento Jovem ele acompanhou adolescentes dispostos a participar do processo de transformação política do país.
A monitora da UFJF Marina Borges de Freitas deu seu testemunho do desejo de mudança do país para melhor.

Depoimentos de adolescentes que participaram das etapas municipal e estadual confirmaram isso. Laila Mendes Ávila – participante da etapa municipal afirmou estar motivada por ideias para um país melhor com mais igualdade e justiça e Marina Coimbra de Azeredo Quelhas – participante da etapa estadual – assumiu compromisso com um papel participativo e crítico no mundo.

Participaram do projeto os colégios Apogeu e dos Jesuítas, além das escolas estaduais Ali Halfeld, Antônio Carlos e Marechal Mascarenhas de Moraes. Juiz de Fora foi sede do Polo Regional Zona da Mata que contou ainda com a participação de estudantes das cidades de Leopoldina, Matias Barbosa, Santos Dumont, Viçosa e Visconde do Rio Branco.

























terça-feira, 27 de outubro de 2015

Documento final aprovado na Plenária Estadual do PJ de Minas 2015


PARLAMENTO JOVEM DE MINAS 2015

DOCUMENTO FINAL


TEMA: SEGURANÇA PÚBLICA E DIREITOS HUMANOS:


SUBTEMA 1: PREVENÇÃO SOCIAL AO CRIME

1. Inclusão, nas escolas, do tema “educação para cidadania” nas disciplinas já vistas na grade curricular dos ensinos fundamental e médio, de forma transversal e interdisciplinar, visando o estudo dos direitos e responsabilidades de todos os cidadãos.
2. Reativação e ampliação do programa “Fica Vivo!” em todos os municípios, priorizando os mais vulneráveis do Estado. A promoção de esporte, cultura e lazer será a forma de prevenção ao crime e cada localidade terá encontros semanais, com atendimento à população sobre prevenção ao uso de drogas, e retiros anuais, que contarão com dinâmicas, rodas de conversa, música, filmes sobre o tema e depoimentos de ex-usuários.
3. Criação do programa “Viva Mais”, no qual as prefeituras utilizarão espaços públicos já existentes para o desenvolvimento de projetos que abranjam toda a sociedade, com o objetivo de alertar, ocupar, entreter e educar, evitando assim a entrada de mais pessoas na criminalidade.
4. Implantação de oficinas culturais e esportivas, cujo público-alvo sejam as escolas da rede estadual de ensino. A proposta é de iniciativa privada, as empresas e entidades contribuirão para a criação de uma sociedade melhor e, em troca, obterão redução nos impostos e até mesmo isenção fiscal.
5. Obrigatoriedade da presença, no âmbito escolar público e privado, de um psicólogo capacitado, em todos os turnos e para todas as etapas do ensino básico.

SUBTEMA 2: PROTEÇÃO DOS SEGMENTOS VULNERÁVEIS

6. Apresentação de projeto de lei estadual nos moldes da Lei nº 9.791, de 12 de maio de 2000, conhecida como “Lei Rosa”, com modificação no art. 11, no que diz respeito às penalidades, aglutinando as penalidades I e II (advertência e multa de 1000 UFIRs, respectivamente) e protegendo também transexuais e travestis. Essa iniciativa tem o intuito de atender a demanda de todas as orientações sexuais minoritárias e manifestações de identidade de gênero que sofram qualquer ação violenta que se enquadre na lei.
7. Implementação de atividades de humanização que consistam na discussão de sexualidade, de gênero, de etnia e de religião, em relação à segurança pública e aos direitos humanos dos segmentos vulneráveis da sociedade e das demais peças que constroem o mosaico da entidade brasileira, sendo ministradas a partir do ensino fundamental 1.
8. Criação de campanhas bimestrais para conscientização contra a homofobia, discriminação racial, violência contra a mulher e quaisquer outros tipos de discriminação. Essas campanhas deverão ser veiculadas em todos os meios de comunicação possíveis, para promover a igualdade.
9. Criação, nos municípios, de casas de apoio às vítimas de violência doméstica, com o intuito de fornecer todo tipo de suporte, até que possam se reestruturar financeira e psicologicamente, e aos moradores de rua, enquadrando-os nos direitos humanos e oferecendo-lhes acesso à capacitação profissional.
10. Ampliação das Associações de Proteção e Assistência ao Condenado – Apac's –, usando investimentos na área educacional (priorizando a conclusão dos Ensinos Fundamental e Médio); incremento de políticas com o intuito da participação em cursos profissionalizantes durante e após a sua reclusão, caso seja da vontade do ex-detento; e direcionamento de programas preventivos a doenças com maior ocorrência nas prisões, tais como Aids, tabagismo e outras.
11. Ampliação, pelo governo federal, da adesão ao uso de equipamentos eletrônicos especializados em raios x, scanner corporal e detector de metais, tais como máquinas body scans, seja por meio de aluguel ou compra definitiva, nas revistas íntimas em presídios estaduais. A ampliação deve incluir também a fiscalização, de modo a garantir o efetivo funcionamento da proposta. O Estado definirá um prazo limite para adequação dos presídios, sob pena mensal de 5 mil Ufirs e da aplicação do art. 461, parágrafo 5.º do CPC.
12. Ampliação, nos municípios do Estado de Minas Gerais, dos centros de referência de atendimento à mulher (Casa da Mulher), com o intuito de fornecer acompanhamento psicológico, social e orientação jurídica às mulheres em situação de violência (violência doméstica e familiar contra a mulher, sexual, patrimonial, moral, física, psicológica, tráfico de mulheres, assédio sexual, assédio moral, dentre outras).
13. Implantação de um programa baseado na “Moradia Assistida”, no âmbito municipal e estadual, a fim de promover e garantir a independência de pessoas que possuam deficiência física e/ou intelectual.

SUBTEMA 3: NOVAS PERSPECTIVAS PARA A ATUAÇÃO POLICIAL

14. Ampliação do projeto “Olho Vivo”, programa de vigilância virtual do governo do Estado, com estabelecimento de metas para instalação do sistema, priorizando a aplicação em áreas com altos índices de violência, sendo implantadas câmeras de vigilância em viaturas, a fim de que monitorem a atuação policial.
15. Aumento, pelo governo do Estado, do quadro de efetivos da Polícia Civil (delegados, escrivães, investigadores) e do número de viaturas, para que haja atendimento 24 horas nos municípios, devendo ser feito o cálculo de policiais preparados com testes psicológicos e treinamentos de aptidão periódicos mais frequentes e mais aprofundados, de acordo com estatísticas de criminalidade do local e o número de habitantes.
16. Capacitação integrada dos policiais civis e militares para um tratamento mais humanizado à população, sobretudo no aspecto de abordagem, com o intuito de promover maior aproximação com os cidadãos e maior eficiência da atuação policial.
17. Ampliação da Patrulha Rural nas áreas não urbanas, a fim de proteger a população e seus bens.
18. Implantação de bases fixas da Polícia Militar em bairros com maior índice de criminalidade e de bases móveis, em sistema rotativo, nos demais bairros, conectadas a um aplicativo móvel que permita denúncias anônimas.